wp-migrate-db domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /home2/somoco14/daemon.somocollab.com/wp-includes/functions.php on line 6170A história da Daemon começou entre os anos de 2008 e 2009, no meio da crise, causada pela especulação imobiliária nos Estados Unidos. A ideia inicial era colocar de pé uma estrutura para operações de financiamento de trade finance, até então restrita a bancos. A experiência do Vitor Schirato como advogado com forte atuação em direito regulatório e direito bancário foi fundamental para tornar essa ideia realidade.
“O Sérgio e o Edson me perguntaram se era possível fazer a operação que era exclusivamente feita por bancos através de um fundo de investimentos, disse que sim. Logo depois, constituímos o Daemon Investment Fund com US$ 5 bilhões sob gestão”, destaca o sócio.
Em março de 2009, já tinha o contrato assinado com o primeiro cliente e as operações rodando. Ao longo do tempo, a Daemon acabou se tornando um player importante em um mercado que tradicionalmente, pertence aos grandes bancos.
Com a área de Export Finance consolidada, surgiu a necessidade de diversificar os produtos. Outra linha de negócio foi no campo da infraestrutura, atuando com Project Finance. Esse mercado perdeu muita força por conta da crise de 2016. Nesse mesmo ano, Sérgio Schirato conta que os fundadores começaram a dar atenção ao mercado de investimentos quantitativos, quando ainda era pouco conhecido no Brasil.
Além da família de fundos quantitativos, a Daemon, recentemente, começou a atuar com investimentos em ESG, aproveitando a experiência lá atrás no setor de infraestrutura, mais especificamente, energia renovável, por meio da parceria com Witzler. Hoje, a gestora possui 3 famílias de produtos: Export Finance, Investimentos Quantitativos e Investimentos ESG.
Edson Queiroz acredita que o time é o grande responsável pelos bons retornos e crescimento da empresa. “Apostamos muito na inteligência da equipe”, destaca o executivo.
Leia também o texto “Daemon expande time com sócios Ex-Goldman”
]]>O objetivo aqui é demistificar a ideia de que os robôs tomam conta da gestão em fundo quant e operam por conta própria. Na verdade, com a computação moderna, é possível desenvolver algoritmos ou modelos matemáticos para que a máquina realize uma porção de tarefas que antes só eram feitas por humanos.
Normalmente são 4 etapas principais: a coleta dos dados, o cálculo dos sinais, a construção do portfólio e a execução.
1. Coleta de Dados: Os computadores coletam e organizam os dados, que são desde preços de ações até lucros de empresas. Depois de filtrados, os dados são armazenados em um banco de dados.
2. Cálculo dos Sinais: Os algoritmos usam esses dados para calcular indicadores que ajudam a decidir se é melhor comprar ou vender cada ativo.
3. Construção do Portfólio: Um outro algoritmo irá juntar tudo e determinar quanto de cada ativo terá no portfólio final, para que o fundo tenha as características desejadas de risco e retorno.
4. Execução: Hora de ir ao mercado e executar as operações que irão compor o portfólio ideal.
Leia também o artigo “Retrospectiva Daemon 2021”.
]]>Apesar do cenário conturbado para os mercados locais, 2021 foi um ano extremamente marcante para o Daemon Nous Global, o fundo quantitativo da Daemon Investimentos, tanto pelo ótimo desempenho, como pelos avanços no time, em linhas de pesquisa e em infraestrutura.
O Nous Global encerrou o ano com rentabilidade de 18,37% e volatilidade de 10,78%, o que gerou um sharpe de 1.30. Esse resultado também é reflexo das estratégias aplicadas como diversificação extrema, descorrelação com os principais índices de mercado nacional e risco controlado.
Segundo João Simões, Head de Relacionamento da Daemon, todos os grupos de estratégias contribuíram positivamente para o resultado consolidado, e protegeram a carteira como esperado, se provando complementares e com baixas correlações entre seus retornos.
O plano de estruturação focado em pessoas, máquinas e sistemas foi extremamente relevante para os resultados alcançados. Em 2021, o time dobrou, a base de dados aumentou significativamente, os sistemas de alocação avançaram e as estratégias foram atualizadas.
Leia também o artigo “Fenômenos Emergentes: Jogo da Vida e Preços de Mercado”.
]]>De acordo com Gabriel Motta, sócio-diretor da Daemon, um fundo quantitativo, de forma geral, tende a ser menos correlacionado com o mercado nacional do que os fundos tradicionais. Isso acontece por conta do uso de algoritmos que permitem ganhos de escala na análise dos dados e, por isso, uma diversificação mais eficiente.
No Daemon Nous Global, fundo quantitativo da Daemon, por exemplo, cada ativo possui uma pequena participação no portfólio, o que favorece a descorrelação do fundo com o mercado nacional. Com isso, o investidor tem acesso a um portfólio mais rentável e com risco mais controlado.
Segundo Motta, a diversificação permite que o investidor tenha ganhos maiores para o mesmo nível de risco, o que pode ajudar a defender o investimento em momentos de crises. Historicamente, o investidor brasileiro sempre foi e continua sendo bastante concentrado em algumas classes de ativos. De fato, os grandes fundos de investimento brasileiros são bastante correlacionados entre si e com os principais fatores de mercado, como IMA-B e Ibovespa.
Leia também sobre as 5 principais vantagens de investir em fundos quantitativos.
]]>O fundo quantitativo, diferentemente do tradicional, utiliza modelos matemáticos e algoritmos na gestão dos ativos.
Pelo uso de algoritmos, os fundos quant apresentam um compilado de vantagens que os tradicionais não possuem.
De acordo com Motta, a primeira delas é a análise em grande escala. Com os algoritmos, é possível analisar e acompanhar muito mais mercados, sendo capaz de transacionar centenas de ativos por dia ao redor do mundo.
A segunda vantagem é que através dessa grande escala, é possível também diversificar e aplicar modelos e ativos no mundo todo de maneira eficiente.
Outra vantagem é a redução de erros e vieses. Por causa do algoritmo, as tarefas e a execução delas no dia-a dia são automatizadas.
Além disso, há também o controle quantitativo do risco. Com os modelos matemáticos, fica muito mais fácil detectar possíveis erros e padrões.
Por fim, a quinta vantagem destaca por Motta é a descorrelação com mercado nacional e os ativos de risco no Brasil.
A Daemon Investimentos abre esta semana novo fundo quantitativo multimercado para captação. A gestora utiliza métodos científicos e tecnologia de ponta para fazer investimentos no mundo todo. Segundo o sócio-diretor Sérgio Rhein Schirato, o objetivo do Daemon Nous Global é produzir altos retornos com risco controlado, sem exposição cambial e, principalmente, com pouca relação com o mercado brasileiro.
Seu lançamento ocorreu em fevereiro do ano passado, porém, a equipe trabalha no projeto há mais de 3 anos.
“Experimentamos diferentes abordagens de investimento até chegarmos em um desenho ganhador, no qual confiávamos. A pandemia foi um teste de fogo, pois as simulações e testes realizados indicavam que o fundo se comportaria bem em um momento de crise. Porém, não sabíamos como ele reagiria em uma situação real”, destaca Schirato.
Primeiramente, desde que o Nous Global foi colocado à prova, operando de forma restrita apenas com capital próprio, traz resultados excepcionais mesmo em um cenário mundial tão volátil. Nos últimos 12 meses, o fundo acumulou um retorno de 28%, equivalente a 1.257% do CDI, e apresentou um índice sharpe de 2,10.
Hoje, o aporte mínimo no fundo é de R$ 10 mil e somente investidores qualificados estão aptos a investir nele, por conta da exposição internacional. De acordo com a CVM (Comissão de Valores Mobiliários), qualquer fundo que mantém mais de 20% do caixa no exterior deve restringir-se a investidores qualificados.
Nesse caso, só podem investir quem possuir patrimônio investido de no mínimo R$ 1 milhão ou for um investidor profissional. Ou seja, uma pessoa física ou jurídica que trabalhe de forma regularizada no mercado financeiro. Segundo Rhein, a Daemon Investimentos planeja oferecer futuramente um produto para o investidor em geral, seja com a flexibilização das regulações da CVM ou com um fundo menos volátil.
Um dos principais diferenciais do Nous Global é o uso de métodos científicos para criar algoritmos que tomam decisões de investimento sistematicamente, através de dados e sem interferência de emoções. Os gestores da Daemon, que também são pesquisadores, desenvolvem os sistemas e monitoram as execuções, mas não tomam decisões de investimentos discricionárias.
“Decidimos ser um fundo multiestratégias e diversificado”, afirma Schirato. “Vários fundos quantitativos no Brasil concentram-se em alguns fatores de risco e em poucos mercados. Já o novo fundo quantitativo multimercado, Nous Global explora diversos fatores de risco e estratégias no mundo todo”, acrescenta.
Além de focar em estratégias diversificadas, a carteira do novo fundo quantitativo multimercado global possui investimentos que contemplam: ações brasileiras e no exterior, moedas das principais economias, índices globais, commodities agrícolas e industriais, e taxas de juros internacionais. O resultado é, portanto, um portfólio com alto retorno, risco controlado e pouco correlacionado com o mercado brasileiro.
Os ativos brasileiros representam hoje menos da metade do risco do Nous Global, e serão ainda menores no futuro. “Acreditamos que o investidor brasileiro se beneficiaria de ter exposição a investimentos em mercados globais, tendo em vista, principalmente, a instabilidade da nossa política e economia”, comenta Schirato.
Atualmente, o time da Daemon conta com profissionais com vasta experiência no mercado financeiro e um forte background acadêmico, além de serem apaixonados por Matemática. O currículo do próprio Sérgio é um forte exemplo disso: trabalhou como diretor do Unibanco, atuou na área internacional do BankBoston, tem PhD em Ciências, MBA pelo Programa Trium (NYU Stern, LSE e HEC Paris), pós-graduado em Matemática Aplicada e Bacharel em Administração de Empresas.
“O time é “O time é absolutamente fundamental para o sucesso do novo fundo quantitativo multimercado global o Daemon Nous Global. Poucas equipes conseguem unir capacidade de pesquisa de ponta com experiência no mercado financeiro. Esse foi o norte na construção do nosso time, e junto com a tecnologia, são os grandes diferenciais da Daemon”, reforça Schirato.
O diretor da Daemon também reconhece que poucos profissionais têm o talento, a capacidade técnica e a experiência necessária para atuar em fundos com estratégias quantitativas. “O fato de ser uma indústria em desenvolvimento no Brasil torna as coisas ainda mais difíceis, pois os talentos gravitam para outras dimensões, maiores e mais desenvolvidas, do mercado financeiro”, complementa Schirato.
Traçar tendências, estudar séries históricas e observar padrões não são novidades no mercado financeiro. O grande diferencial do fundo quantitativo está, antes de tudo, na capacidade de processar uma enorme quantidade de dados e automatizar processos.
Assim como um radar que trabalha 24 horas por dia, os modelos matemáticos rastreiam os padrões definidos e cruzam as milhões de informações em todos os mercados do mundo. Como resultado, optam por investir ou não em determinado ativo e a que preço, sem interferência de emoções.
A história dos fundos quantitativos no Brasil é relativamente recente. Teve início em 2008 com a Murano Investimentos e a Kadima Asset Management, mas foi só a partir de 2015 que houve uma disseminação maior dos fundos quantitativos aqui. Podemos destacar, por exemplo, 12 entre os principais do mercado financeiro brasileiro: Kadima, Murano, Visia Zaratrusta, Rio Bravo, Pandhora, Canvas Vector, Constância, Claritas, AvantGarde, Giant Sigma, Maua Capital e Kapitalo Gaia.
De acordo com os dados da Anbima e CVM, atualmente, eles somam R$ 7 bilhões de ativos sob gestão. Ou seja, em termos de patrimônio líquido, esses fundos representam menos de 1% do total dos fundos multimercados no Brasil. Contudo, juntos apresentam retorno médio acumulado de 379,2%, considerando a série histórica de 2008 até hoje. Esse número supera o IHFA (Índice de Hedge Funds ANBIMA) de 289,08% e a taxa acumulada de CD1 de 213,93%, no mesmo período.
Por fim, considerando o intervalo de 2015 até hoje, os 12 fundos quantitativos apresentam um retorno médio acumulado de 98,1%, índice maior que o IHFA, que foi de 91,32%, e a taxa acumulada de CD1 de 65,47%, nesse período.
Relatório mensal Daemon Nous Global Abril/2021
Saiba como investir no Daemon Nous Global
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